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sexta-feira, 17 de julho de 2009

BIOCOMBUSTÍVEL


Para que seja possível estabelecer comparações, as alternativas de custo do biodiesel e do diesel mineral devem considerar os dois combustíveis sem impostos. Essas comparações devem, ainda, no caso do biodiesel, incluir todos os custos da produção agrícola e industrial. Não apenas custos operacionais, mas também, os custos relativos ao capital, custos da terra e, se for o caso, o custo dos assentamentos e suas benfeitorias. Em casos em que haja outras culturas consorciadas com a mamona, tipicamente da agricultura familiar, devem-se considerar todos os custos associados e seus retornos. Só assim é possível avaliar corretamente o valor do subsídio alocado ao diesel.
Os custos de produção do biodiesel dependem essencialmente do custo da matéria-prima, do óleo vegetal ou outra substancia graxa, e dos custos de processamento industrial, podendo subtrair-se os créditos de correntes da comercialização do glicerol.
Em geral, o custo do óleo vegetal corresponde à cerca de 85% do custo do biodiesel, quando este é produzido em plantas de alta capacidade. Há, portanto, interesse em reduzir os custos da matéria-prima e eventualmente, obter o material graxo a partir de rejeitos industriais: óleo de fritura usado, sebo e águas servidas.
Postado por Jheremmias (UP Iguatemi)

quinta-feira, 16 de julho de 2009

WWF LANÇA CAMPANHA PELA ECONOMIA LIMPA

No dia 7 de julho, teve início, na Itália, uma reunião do G8 para discutir o acordo climático global que deve ser assinado até o final de 2009, em Copenhague, para definir as metas mundiais de redução da emissão de gases causadores do efeito estufa.

Para pressionar os governos de todo o mundo e, em especial, as grandes potências – tão responsáveis pela poluição da atmosfera – a assinarem um pacto climático eficaz, o WWF – maior organização de conservação do mundo – está lançando a campanha “Let the Clean Economy Begin” (“Permitam o Início da Economia Limpa”).

A iniciativa, que recebeu o apoio de dezenove empresas líderes de mercado – incluindo Johnson & Johnson, Nike, Lafarge, Tetra Pak, Nokia, HP e Coca-Cola –, será divulgada amplamente em vários meios de comunicação para estimular bons resultados na Convenção sobre Mudanças Climáticas das Nações Unidas, que acontece em dezembro.

Para participar da campanha, o WWF convidou, apenas, multinacionais que já incorporaram, de alguma forma, a inovação às suas práticas empresariais, fazendo com que seus negócios prosperassem, enquanto a emissão de gases poluentes era reduzida. A ideia é que essas empresas, denominadas pela organização como “Defensoras do Clima”, passem a seguinte mensagem aos políticos: “Nós conseguimos fazer isso. Agora, é a sua vez!”.

“Tradicionalmente, os governos definem metas ambientais para as empresas. Desta vez, com a nossa campanha, haverá uma inversão dos papéis. Muitas empresas que são líderes mundiais saíram na frente e estão exigindo que os governos apresentem um modelo criterioso para reduzir as emissões de CO2 em todo o mundo”, disse o presidente do WWF, Oliver Rapf.

Postado por Jheremmias (UP Iguatemi)